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quinta-feira, 23 de abril de 2009
Arte em Nova Iguaçu
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Na praça.
dos moradosres de Cabuçu nas noites de Pascoa,
com suas coanções e muita interatividade
as pessoas se divertem enquanto põe dinheiro na cabaça.
"O gradi pobrema das estautas como eu,
é quandu a gente se depara com crianças
sem educação, e sem respeito pelas pessoas,
por varias veziz eu tive que dar perguntar
a argumas crianças si a mão delas não deu
inducação né.
É disagradaver falar isso, mas tombem
é disagradaver ter arguel impurando ocê di
sima du seu pedestar, ja é ruim cumpetir cum
cum aquelas radiovitrolas di si por ficha,
tocando arto o baruio dos carro véio i das moto,
mas é difirci ainda ficar numa prassa
ondi tem tres postis cum quatro lampadas
cada i todas apagadas. Si eu pudesse falar
cuprefeito eu pidiria pra ele
ter um poco di vergonha i fazer uma prassa
decenti, pras pessoas poder usar principarmente
com suas minifestação artistica.
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sexta-feira, 3 de abril de 2009
ZECA BASSÃO

Sua primeira aparição como estátua viva acontecera no museu imperial em um evento chamado Arte de rua no museu, quando num frio de deixar seus dedos roxos ele cantava suas parodias para os visitantes do museu, sua criatividade e humor não passavam despercebidos. Mas, ainda era pouco para o artista inquieto, ainda faltava algo, sua estátua não tinha um nome. Falando errado com um vocabulário humilde, brinca com as palavras até no nome. Usando uma cabaça, fruta originaria do nordeste e um chapéu de palha típico do interior de Minas Gerais.
A cabaça é usada como recipiente para por a oferta das pessoas da roda que sempre se forma ao redor do artista, daí o nome Bassão ou cabação como deveria ser, com dois “s” para lembrar a regra gramatical antiga quando não existia o “c cedilha” e Zeca que na verdade é a abreviação de José Carlos muito comum em todo Brasil, mesclando Zeca ao sobre nome Bassão teremos um nome pronunciado com Zé Cabassão, que em algumas região do Brasil cabação é um apelido dado aos virgens.
de caipira com nordestino com ginga de
malandro carioca, cantador de moda e contador
de causos ele tem sua maneira peculiar de lidar
com o publico, e Beltrano Tartamudo o poeta
gago e farsante. Ainda não satisfeito o
jovem sentia que algo ainda faltava ao seu
trabalho, sua estatua tinha que ter um histórico
o que é comum nas estatuas de verdade, coisas
como, quem foi o personagem,
data de nascimento e morte, coisas do gênero;
foi pensando em resolver este problema que o
Zeca Bassão ganhou um histórico,
cômico e ficou assim;
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quinta-feira, 2 de abril de 2009
O Artista
Em suas andanças Zeca Bassão fez um estudo
minucioso do ser humano com comparações hila-
riantes
do homem com o seu lado chato, efeminado, e suas
sexualidades. Entre um causo e outro, uma novidade surge das mangas do artista.
minucioso do ser humano com comparações hila-
riantes
do homem com o seu lado chato, efeminado, e suas
sexualidades. Entre um causo e outro, uma novidade surge das mangas do artista.

A sete anos atrás quando descobriu
seu lado Palhaço (Clown como
alguns preferem chamar)
com seus mestres Leonardo Carnevalle
(Xodó) e Fabio Freitas (Prego)
Resolveu partir para a rua para
pesquisar o ser humano e sua
necessidade do riso,
de descontrair, de relacionar-se
como o ridículo.
Criou alguns personagens que
trazem um pouco de humanidade,
seu lado Palhaço (Clown como
alguns preferem chamar)
com seus mestres Leonardo Carnevalle
(Xodó) e Fabio Freitas (Prego)
Resolveu partir para a rua para
pesquisar o ser humano e sua
necessidade do riso,
de descontrair, de relacionar-se
como o ridículo.
Criou alguns personagens que
trazem um pouco de humanidade,
e sem medo de expor o seu ridículo.
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